domingo, 19 de junho de 2016

CARTAS CIGANAS - SENTIMENTO AO PARCEIRO



1- Cavaleiro: Galanteador, quer conquistar.

2- Trevo:Período favorável, de Sorte

3- Navio:Sentimento Instável ou de mudança

4- Casa:Família, papel do esposo, esposa

5- Arvore: Crescimento dos sentimentos, ou fortalece o que sente.

6- Nuvens: Sentimento confuso, coloca em dúvida o que sente

7-Cobra: Sentimento de Ilusão, iludido com sentimentos, mente o que sente.

8- Caixão: Fechado. Sentimento de solidão a dois

9- Buquê: Conquista, amor incondicional

10-Foice: frieza de sentimentos, frieza sexual, ruptura

11- Chicotes: Mesmo com brigas, continua amarrado no relacionamento. Sentimento de Poder.

12- Pássaros: Encanto, enamorado, compartilha.

13- Criança: iniciar novo romance com alegria, inicio de sentimentos, espontâneo, sincero nos sentimentos.

14- Raposa: articula os sentimento, quer tirar proveito (sexual), malandro, ardiloso, desconfiado.

15 - Urso: apaixonado, protetor, carinhoso, ciumento, depende nte (simbiose emocional)

16- Estrela: Encontrei a pessoa certa. Idealiza a pessoa perfeita, de sentimentos nobres ....

17- Cegonhas: União amorosa.

18 - Cão: Companheirismo, fidelidade, proteção, amizade

19- Torre: Afinidade espiritual, estrutura, tranqüilidade

20-Jardim: Divertimento, Namoro, Naturalidade

21-Montanhas: dificuldade de expressar sentimentos, critico, rígido, frio, cheio de limites ou impõem limites.

22- Caminhos: Depende de como conduzir o relacionamento, mas com liberdade. Estão juntos por escolha.

23- Rato: Sentimento desgastado, um rouba a energia do outro, brigas, desarmonia de sentimentos.

24- Coração: Sentimento de Amor

25- Anel: Sentimento de parceria, do papel da união

26- Livro: Sentimento passa pelo crivo da mente

27- Carta: Verbalizam seus sentimento

28- Cavalheiro: O Ser amado

29- Dama: A mulher amada

30- Lírios: Sentimento de Harmonia, de contentamento de sentir em paz ao lado do ser amado, por isso é resiliente.

31- Sol: Expressa os sentimento com muita energia, apaixonado, ensolarado

32- Lua: Romântico, sonhador(a), a noite ao luar!

33- Chave:Sentimento de Segurança, autoconfiança

34- Peixes: Frieza de sentimento

35- Âncora: Firme, estável no sentimento


36- Cruz: Experiência, Maduro. Sentimento foi amadurecendo com o tempo, com a evolução do relacionamento.


quarta-feira, 30 de março de 2016

CIGANOS E SUAS DANÇAS

Romanês

 A palavra “romanês” (em português) ou “romani”, descreve tanto a dança quanto a língua do povo Rom, que envolve vários subgrupos e países. A música e o figurino determinam o local específico da dança romani. Mas em comum a todas é a “dança no pé”, ou seja, o enfoque estará no trabalho dos pés, enquanto as mãos são mais suaves e menos marcadas do que na dança espanhola, por exemplo.


Romênia

Chamados de “çigani”, a maioria dos ciganos romenos atualmente são sedentários, não mantendo muito contato com os nômades e são falantes do idioma romeno, com pouco conhecimento do romani. A música e a dança são fortemente influenciadas pelas músicas turcas, leste europeias e folclóricas romenas, e há distinção da dança entre as dos nômades e dos sedentários, além de características regionais (na linha territorial com a Hungria é dança é praticamente a mesma nos dois países). No sul da Romênia, onde há muita influência oriental, dança-se também o Manele (ou Manea). No norte da Romênia e na Hungria costuma-se dançar também a Çingerica, que é uma dança de casal com movimentos de pés muito rápidos e estalar de dedos. Normalmente é dançada com as roupas do cotidiano (saia não muito rodada e normalmente florida e avental por cima dela).


Hungria

A Hungria é o quarto país com maior população cigana do mundo. Eles começaram a chegar por volta do século XIV, fornecendo mão de obra barata e trabalho como escultores e ferreiros. Nessa época recebiam muitos privilégios graças aos reis Sigismundo e Mathias. Entretanto, no século XVIII sob o poder de Maria Teresa, os ciganos começaram a sofrer opressões, e foi a música e a dança que mantiveram vivo seu legado. Hoje se têm dois estilos de música cigana no país: o folclórico rural, que antes era quase exclusivo da sociedade cigana, e a “música de restaurante”, tocada para os turistas por pequenas orquestras ciganas compostas de um vocalista, violinos, baixo e címbalo, com os integrantes vestidos a caráter como forma de complementar o entretenimento. A dança cigana húngara é caracterizada pela rapidez dos passos (dos pés), estalos de dedos e movimentos controlados de saia. Os homens fazem movimentos bem soltos e muito trabalho complexo de pés e percussão corporal. As roupas utilizadas são “comportadas”, com cores neutras e pastéis. É comum o uso de lenço na cabeça e sapatos.


Rússia

Outro dos países onde a cultura cigana é mais expressiva. A dança cigana russa tem muita influência do balé russo, no que diz respeito ao espetáculo, imagem, drama e encenação. É uma dança onde tudo é exagerado (saias bem rodas, movimentos grandes e espalhafatosos) e, na maioria das vezes, alegre. As mãos são mais precisas mas sem muitos movimentos de punho.


Croácia

Desde o século XIV os ciganos habitam o território da República da Croácia – os primeiros registros datam de 1362 e 1373, em Dubrovnick e Zagreb, respectivamente. Eles formam a minoria da população croata, e dentre eles há diferentes grupos falando diferentes dialetos e ocupando diversas regiões do país. Na música predominam o violão, violoncelo, címbalo, violino, tuba e trombone. A dança cigana croata é bastante simples e descontraída, com gestos que expressivos e interpretativos. As roupas geralmente consistem em saia estampada. Blusa lisa, lenço na cintura e flor no cabelo. Para os homens, camisa, colete e chapéu.


Bálcãs

Pelo fato de a Península Balcânica ser formada por vários países, todos obviamente muito próximos, existe mais de uma dança cigana bálcã, assim como danças folclóricas de mesmo nome podem ser dançadas de forma diferente entre um país e outro – e o contrário também acontece. Uma das danças bálcãs mais populares é o Čoček (o nome designa tanto o gênero musical quanto a própria dança), influenciado pelas bandas militares otomanas, resultando em uma grande variedade de ritmos e sub-estilos. É dançado pelos iugoslavos, turcos, albanos e, especialmente, pelos ciganos da Macedônia e do sul da Sérvia – danças muito parecidas são encontradas também na Bulgária e Romênia – sendo comumente executado em festividades familiares e informais, acompanhado musicalmente de uma ou mais mulheres cantando e tocando pandeiro. A música Čoček é provavelmente uma das mais animadas nos Bálcãs atualmente, com grande diversidade de instrumentos como violino, clarinete, cobza (alaúde), acordeom, pandeiro e bateria. Percussões de mãos são muito populares também. A dança Čoček pode ser realizada em roda ou como um solo improvisado, permitindo expressão da criatividade e emoções. Por ser de origem oriental, usam-se muitos movimentos de quadril (sutis) e shimmies de ombro. Essa dança se caracteriza pelos movimentos pequenos, finos e reservados, como se a dançarina estivesse 23 dançando “dentro de suas roupas”. Já a dança masculina é enérgica e dinâmica, com saltos e percussões no corpo. Tanto os homens quanto as mulheres tendem a segurar as mãos e braços em cima e usam ombros e estalar de dedos, e em roda se mantém o movimento de pés. Nessa dança não se usa saia, e sim calças bufantes com muito brilho e moedas. É tipicamente dançado no compasso 9/8 - como na Turquia, considerando sua origem turca. Os Rom que vivem nas regiões da antiga Iugoslávia desenvolveram uma variante que é praticada nos compassos 4/4 e 7/8.

Outra dança bálcã muito popular – e parecida com o Čoček, porém com mais sensualidade e movimentos mais rápidos e soltos – é o Manele. Historicamente, foi muito dançado entre os turcos e gregos ricos e na periferia de Bucareste (Romênia). Atualmente é mais dançado em áreas rurais e localidades mais pobres, na Bulgária, Albânia e parte europeia da Turquia, tanto por homens quanto por mulheres. Nessa dança utilizam-se muitos movimentos pélvicos – como na dança turca – e tremidos contidos. Com relação ao figurino, é mais colorido do que o da dança húngara, podendo-se usar ou não avental, lenço de cabeça (pode até ser o mesmo da dança turca), saia com pouca roda ou calça.

A terceira das danças bálcãs mais populares é o Kolo, dança folclórica praticada por pessoas da Bósnia-Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro e Sérvia. “Kolo” significa coletivo, sendo assim é dançado em linha e pode ser improvisado por um casal ou um pequeno grupo. É muito popular em cerimônias sociais, culturais e religiosas, onde homens e mulheres dançam juntos, embora algumas danças demandem somente homens e outras somente mulheres. O Kolo pode ser espontâneo ou organizado, folclórico ou popular, com músicas sempre muito rápidas e total trabalho de pés. As mãos costumam ficar nos ombros das pessoas ao lado ou nas próprias costas (os homens podem deixar as mãos nos bolsos).


 Turquia

Os ciganos turcos provêm da época do Império Bizantino, e de acordo com registros habitam a região da Anatólia desde o século IX, onde teriam chegado vindos da Pérsia. Com a expansão do Império Otomano, eles se fixaram na Rumélia (termo histórico que designa a Península Balcânica), como artistas populares para o povo e a corte. Hoje, há oficialmente 500.000 ciganos vivendo na Turquia, porém estima-se de 2 a 2.5 milhões vivendo em quase todas as regiões do país, especialmente em Ankara, Istambul e Edima. Ainda hoje muitos músicos turcos famosos são ciganos, por serem naturalmente talentosos, convivendo com a música em suas casas desde quando nascem. Seu legado musical é transmitido de geração a geração, sendo a música um fator de extrema importância para a representação e a preservação de suas tradições. A dança cigana turca é muito profunda e forte. Dançada no compasso de 9/8 (também conhecido como Roman), os acentos são enfatizados pela pelve com bastante precisão. As mãos executam gestos que expressam a vida cotidiana, contam uma estória ou mesmo traduzem a música, além de exibir força (punhos cerrados). Costuma-se utilizar saia com pouca roda (normalmente com renda), lenço no quadril e na cabeça e blusa simples e fechada. É possível também utilizar outros figurinos, de acordo com a proposta da dança (saia, calça larga, figurino de dança do ventre, etc.).


Egito 

De origem turca, o grupo Nawar, dentre tantos outros, chegou ao Egito. Considerados ciganos, os Nawar são os ascendentes das chamadas ghawazee, mulheres artistas que sustentavam suas famílias através da dança, e que, como a grande maioria dos ciganos, viviam às margens da sociedade. Os primeiros registros das ghawazee (singular ghazeeye e masculino ghazee) datam do século XIII, e as referências começam a aumentar a partir de 1798 com a primeira expedição de Napoleão ao Egito, quando ele e seus homens encontraram essas mulheres na beira do rio Nilo, muito diferentes da população local (de maioria muçulmana). Com as invasões aumentou o interesse do ocidente no Egito, e as ghawazee foram ficando cada vez mais conhecidas, apesar de consideradas escandalosas, exóticas e expostas. Tanto que Napoleão instituiu uma lei mandava decapitar qualquer mulher que fosse vista se “exibindo” na rua, pois acreditava que elas estivessem distraindo seu exército. Com isso, mais de 500 mulheres foram mortas. A dança das ghawazee é mais “largada” do que a dança do ventre, embora haja muito em comum. A base da dança está nos pés, demonstrando grande ligação com a terra, típica de costumes tribais, e o trabalho de quadril é vigoroso e constante. Utiliza-se bastão ou snujs (que são tocados o tempo todo). O traje normalmente é baseado na Turquia, com calça pantalona e casaco mais longo por cima. Também é utilizado vestido com franjas ou túnica de veludo. Pode-se também usar lenço na cabeça e a barriga normalmente é coberta. A música é considerada orgânica, com instrumentos como mizmar, rebalo, tabla e tar. Os homens não dançam, mas são os músicos do grupo.


Índia

Padmashri Rishi foi o pioneiro em estabelecer a ligação dos ciganos com a Índia, e segundo ele esse povo descende de antigas classes guerreiras do noroeste do país, especialmente de Punjab (no estado do Rajastão). Sendo essa região o mais provável ponto de partida dos ciganos, pressupõe-se que a dança deste local seja a dança cigana “mãe”, e de fato são encontrados nela muitos aspectos que estão presentes em outras danças ciganas, embora com algumas diferenças, como gestos, marcação de pés e giros de mãos. As ciganas indianas costumam utilizar no cotidiano bata, saia e lenço na cabeça, sendo que algumas costumam cobrir a cabeça e o rosto – daí vem o movimento da dança de cobrir o rosto. E para a dança kalbélia normalmente utilizar a mesma roupa de danças folclóricas do Rajastão, embora atualmente a roupa preta seja bastante utilizada (graças à dançarina Gulabo Sapera). A kalbélia também é conhecida como a dança da serpente, pois os gestos buscam mimetizar os movimentos deste animal. É realizada pela comunidade homônima, proveniente do deserto - possivelmente ciganos - e da casta Sapera (que significa serpente; “sap” em romanês), os famosos encantadores de serpente. Essa dança caracteriza-se pelo ritmo rápido, giros, deslocamentos amplos, movimentos de quadril, acrobacias, gestos de braços e mãos imitando os movimentos das serpentes. E quanto mais flexibilidade melhor, pois o objetivo é mostrar que o corpo da dançarina pode ser tão flexível quanto o réptil. Homens não danças kalbélia, mas dançam banjara, que é similar, porém sem acrobacias e também pode ser realizada por casais.


Fonte: https://www.academia.edu/11529609/Dança_Cigana_Do_Flamenco_ao_Balé_Clássico



terça-feira, 29 de março de 2016

MESA REAL DO BARALHO CIGANO

Mesa Real
O método  completo e abrangente utilizado no baralho Petit Lenormand. Essa abertura nos dá uma visão geral da vida da pessoa que está sendo consultada.
Nessa jogada é possível ter a visão de várias áreas da vida do consulente como a saúde (verificar a posição da carta 3 – Mar), o amor (verificar a posição da carta 24 – O Coração), a parte profissional e estudos (verificar a posição da carta 26 - Livro), as finanças (verificar a posição da carta 34 – Os Peixes), etc.
Para montar a jogada da Mesa Real é necessário utilizar as 36 lâminas do baralho Lenormand e, por ser uma jogada bem abrangente, as previsões feitas nessa jogada duram em média de 3 a 6 meses. Refazer essa jogada em um tempo inferior a 3 meses não é necessário e, caso o consulente tem outras questões nesse período, faça outras jogadas menores e mais específicas com a questão levantada.

A Mesa Real pode ser montada de várias maneiras pois cada cartomante adapta as jogadas com a sua intuição e com seus mentores espirituais. As duas formas mais utilizadas são a de 9 colunas por 4 linhas e a de 8 colunas por 4 linhas e na base mais uma linha de 4 cartas e é essa que iremos demonstrar a seguir.



Assim que terminar de abrir as cartas verifique a primeira carta do jogo (Carta “A”) que é a tônica do jogo, a energia que reina no momento na vida do consulente. É a razão das questões do consulente e nos ajuda a ter uma primeira visão da pessoa. As cartas nas outras 3 pontas da Mesa Real nos (Cartas “B”) apoiam e complementam a tônica do jogo (Carta “A”) e, com uma visão das 4 cartas já temos uma visão inicial e ja podemos “sentir” o resto do jogo.




O próximo passo é localizar o consulente na Mesa Real, ele é representado pelo Homem (Carta 28) ou pela Dama (Carta 29). É a partir da localização do consulente na mesa que se começa a leitura. Verificam-se as cartas que rodeiam a carta do consulente e temos a energia, o que o rodeia, como lida com a vida, etc.
Quando localizamos o consulente também localizamos as cartas “chave” do baralho como as cartas do relacionamento, do amor, da área profissional, etc e lemos, não só o posicionamento de cada uma em relação ao consulente, como também as outras cartas que as rodeiam, como fizemos com a carta do consulente.




A localização da carta do consulente na Mesa Real também é muito importante, é a localização da carta que nos mostra como ele enfrenta a vida, seu passado, presente e futuro. Veja o significado de algumas localizações:
Posição 1 – Consulente localizado na primeira linha
Domínio da própria vida, no comando das situações.
Posição 2 – Consulente localizado na primeira coluna
O que importa é o futuro, o que vem pela frente, tem muitos projetos, sonhos e objetivos a conquistar.
O passado importa pouco ou quase nada no dia a dia e nas suas metas futuras.
Posição 3 – Consulente localizado na última linha
Literalmente está carregando o todo o peso nos ombros. Vida pesada, pensamentos que atormentam corpo, alma e mente cansados e pesados.
Posição 4 – Consulente localizado na última coluna
Coisas mal resolvidas no passado. Preso em situações que ficaram para trás, arrependimentos e pensamentos nas coisas que já passaram.
Grande dificuldade de visualizar o futuro, criar novos objetivos e tecer planos a médio e longo prazo.


Agora que já localizamos o consulente na mesa temos as cartas que representam o passado, o presente e o futuro, veja:
Passado – Esquerda do consulente
Presente – Coluna do consulente
Futuro – Direita do consulente
De maneira mais abrangente temos:
Posição 1 – Presente, pensamentos do consulente
Posição 2 – Futuro imediato
Posição 3 – Futuro
Posição 4 – Futuro distante
Posição 5 – Presente, situação atual
Posição 6 – Passado distante
Posição 7 – Passado
Posição 8 – Passado recente


Para finalizar o jogo cruzamos as cartas para termos confirmação do que foi lido e, muitas vezes, uma informação adicional. Para fazer esse cruzamento temos que levar em consideração a posição de cada carta na Mesa Real.
Veja como o jogo deve ser montado e depois desmontado no cruzamento das lâminas, basta seguir a seqüência numérica da forma mostrada abaixo:




Cada nova jogada de 4 cartas trás uma confirmação da Mesa Real ou uma nova mensagem para o consulente, veja como montar cada uma das jogadas:
Jogada 1
Carta 1 com carta 36 na primeira linha
Carta 2 com carta 35 na segunda linha
Jogada 2
Carta 3 com carta 34 na primeira linha
Carta 4 com carta 33 na segunda linha
Jogada 3
Carta 5 com carta 32 na primeira linha
Carta 6 com carta 31 na segunda linha
Jogada 4
Carta 7 com carta 30 na primeira linha
Carta 8 com carta 29 na segunda linha
Jogada 5
Carta 9 com carta 28 na primeira linha
Carta 10 com carta 27 na segunda linha
Jogada 6
Carta 11 com carta 26 na primeira linha
Carta 12 com carta 25 na segunda linha
Jogada 7
Carta 13 com carta 24 na primeira linha
Carta 14 com carta 23 na segunda linha
Jogada 8
Carta 15 com carta 22 na primeira linha
Carta 16 com carta 21 na segunda linha
Jogada 9
Carta 17 com carta 20 na primeira linha
Carta 18 com carta 29 na segunda linha

Fonte: http://linhadasaguas.com.br/mesa-real-baralho-cigano/



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Receita do Tcháyo Romanô (Chá Cigano)

Este chá está presente em todas as festas ou acontecimentos dos clãs. É muito mais que um chá, é uma composição de magia onde os elementos nos purificam para que possamos estar sempre em comunicação com os grandes mestres astrais.

Água - purifica

Chá preto a granel ou saches - alimentar

Maça - Amor

Uva - Fertilidade

Damasco - Afrodísíaco

Limão - Afasta negatividade

Morango - Felicidade

Açucar ou Mel – União

Poderá ser usada a fruta da estação.

Coloque 2 colheres de chá preto em 2 litros de água fervendo. Depois as frutas amassadas com o garfo.

Quando estiver pronto sirva em copo ou tigelas com as frutas.
Beba com alegria. As frutas podem ser comidas.





Magia:

O ato de amassar as frutas deves ser feito em silêncio, enquanto você faz uma prece sincera.
O chá é uma combinação de elementos que nutrem e fortalece o espírito.
Em torno dele os ciganos se reúnem a fim de se refazerem da rotina e entreterem-se com boas conversas.


sábado, 19 de abril de 2014

HISTÓRIA DE SANTA SARA

Santa Sara, padroeira do povo cigano, das mulheres que querem engravidar, do bom parto, dos exilados e dos desesperados.

Uma santa que conviveu com Jesus

Uma tradição cristã bastante antiga identifica Santa Sara como a servente de uma das três Marias que acompanharam Jesus Cristo na via dolorosa e permaneceram firmes ao lado dele até o momento de sua crucificação e morte.

Um barco solto no mar

A tradição diz que, por causa da perseguição contra os primeiros cristãos em Israel, Santa Sara, Maria Salomé (mãe dos apóstolos Tiago e João), Maria Jacobina (irmã de Nossa Senhora), Maria Madalena, os irmãos Marta, Maria e Lazaro, e um cristão chamado Maximino, foram colocados num barco e este foi solto à deriva no mar mediterrâneo, sem remos e sem velas. Era por volta do ano 48 d. C.

Promessa de Santa Sara

Santa Sara e todos os que estavam no barco permaneceram o tempo todo em oração, pedindo a Deus o milagre de chegarem sãos e salvos numa terra segura para se viver e anunciar o Evangelho. Santa Sara era uma das que mais pediam e rezavam. E ela prometeu que, se chegassem a salvo, dedicaria (como já o fazia) toda a sua vida à causa do Evangelho, onde quer que fosse preciso.

O barco chega à França

O barco à deriva chegou à França com todos milagrosamente sãos e salvos. A pequena embarcação chegou à cidade francesa que hoje se chama Sante Maries de La Mer (Santas Marias do Mar) em homenagem às santas mulheres que ali chegaram conduzidas pela providência divina.

O lenço de Santa Sara

Ainda dentro do barco à deriva, Santa Sara prometeu também que, se chegassem a salvo, usaria um lenço sobre seus cabelos para o resto de sua vida. Para as mulheres da Palestina, o lenço cobrindo os cabelos era sinal de pureza. Assim, Santa Sara cumpriu sua promessa, vivendo uma vida de pureza dedicada a Jesus Cristo. Os pés da imagem de Santa Sara na pequena cidade francesa estão sempre cheios de lenços. Isso acontece porque as mulheres que pedem a ela alguma graça e alcançam, prometem colocar um lenço aos seus pés, por causa do lenço que a própria Santa Sara usou.

Uma santa de pele negra

O apelido ou sobrenome atribuído a Santa Sara é Kali. A palavra kali quer dizer "negra" em hebraico. Por isso, nas imagens, Santa Sara é representada como uma mulher de pele negra ou mulata, trazendo sobre a cabeça o seu famoso lenço, símbolo de sua pureza e consagração a Deus.

A Santa Parteira

Santa Sara é vista também como a mulher que ajudou Maria Santíssima na hora do nascimento de Jesus Cristo. Por isso as mulheres ciganas tem tanta devoção para com ela. As ciganas que não conseguiam ter filhos começaram a rezar para Santa Sara, com a promessa de voltar à cidade de Sante Maries de La Mer, para agradecerem.

A festa de Santa Sara

Santa Sara foi canonizada em 1712. A grande festa da Santa é celebrada em dois dias, 24 e 25 de maio. Um grande numero de ciganos e devotos de Santa Sara que vão para a pequena cidade da França. Lá, realizam uma grande procissão da igreja até o mar, onde o barco à deriva chegou, com muitas orações e cantos alegres, como é próprio do povo cigano. Quando chegam ao mar fazem um grande silêncio e colocam um pouco da imagem da Santa dentro da água, simbolizando a sua vinda da Palestina para a França. Depois voltam em festa para a igreja de Santa Sara.

A imagem de Santa Sara

A imagem de Santa Sara está depositada na cripta, ou seja, na parte subterrânea da igreja de Saint Michel. Lá também estão depositados os ossos da Santa, guardados como relíquias sagradas.

Devoção

Por causa de tudo que esta grande mulher viveu em sua vida, desde ajudar no parto de Nossa Senhora até acompanhar a morte de Jesus Cristo na cruz, Santa Sara é invocada também como a santa dos desesperados, dos exilados, dos ofendidos, dos desamparados, além de padroeira do povo cigano, das mulheres que querem engravidar e do bom parto.

Oração a Santa Sara

"Santa Sara, minha protetora, cubra-me com seu manto celestial. Afaste as negatividades que porventura estejam querendo me atingir. Santa Sara, protetora dos ciganos, sempre que estivermos nas estradas do mundo, proteja-nos e ilumine nossas caminhadas. Santa Sara, pela força das águas, pela força da Mãe-Natureza, esteja sempre ao nosso lado com seus mistérios. Nós, filhos dos ventos, das estrelas, da Lua cheia e do Pai, só pedimos a sua proteção contra os inimigos. Santa Sara, ilumine nossas vidas com seu poder celestial, para que tenhamos um presente e um futuro tão brilhantes, como são os brilhos dos cristais. Santa Sara, ajude os necessitados; dê luz para os que vivem na escuridão, saúde para os que estão enfermos, arrependimento para os culpados e paz para os intranquilos. Santa Sara, que o seu raio de paz, de saúde e de amor possa entrar em cada lar, neste momento. Santa Sara, dê esperança de dias melhores para essa humanidade tão sofrida. Santa Sara milagrosa, protetora do povo cigano, abençoe a todos nós, que somos filhos do mesmo Deus. Santa Sara, rogai por nós. Amém."


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

ORIGEM DO POVO CIGANO

O povo cigano não tem até os dias de hoje uma linguagem escrita, fica quase impossível definir sua verdadeira origem, assim como, fazer um estudo histórico, desde os seus primórdios, com um número suficiente de dados, para garantir a autenticidade.

A hipótese mais aceita é que o povo cigano teve seu berço na civilização da Índia antiga, num tempo que também se supõe como muito antigo talvez dois ou três milênios, antes de Cristo. Os pesquisadores e estudiosos compararam o sânscrito, que era o idioma usado na linguagem escrita e falado na Índia, um dos mais antigos idiomas do mundo, com o idioma falado pelos ciganos e encontraram muitas palavras com o mesmo significado, daí ter sido levado a concluir que o povo cigano se originou da Índia.

Fortalece essa hipótese com a aparência dos ciganos, como tez morena, comum aos hindus e ciganos, gostos por roupas vistosas e coloridas, e princípios religiosos como a crença na reencarnação e na existência de um Deus pai absoluto.

Tanto para o hindu como para o cigano possuem sentimentos muitos fortes sobre a religião, as leis divinas, sua execução, procedimentos, infrações como resultantes consequentes.

Outro fato que chama a atenção é a santa por quem nutrem o mais devotado amor e respeito, chamada Santa Sara Kali. Para o Povo hindu, Kali é venerada como uma deusa, que considera Mãe Universal, a Sombra da Morte.  As duas têm pele negra. E força destruidora de negatividade e os maléficos que possam atingir seu povo.

O gosto pela dança e a função ritualística da mesa em várias situações, a forma recatada das mulheres não expondo o corpo, são similaridades entre os dois povos.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_povo_cigano



Desde a sua chegada a terras europeias  uma das faces da comunidade cigana que mais chamou a atenção dos demais povos era a sua estranha língua, muito diferente das faladas na Europa. A primeira reprodução escrita do romani remonta a uma enciclopédia de título: First Book of the Introduction of Knowledge. (Primeiro livro de introdução ao saber) escrito por Andrew Boorde. Esta obra, completada em 1542 e publicada em 1547, recolhia exemplos de frases do que o autor chamava Egipt speche  (Fala egípcia), dando por válida a crença popular de que os ciganos procediam do Egito.

Durante os dois séculos seguintes aparecem mais menções escritas da língua romani. Na Espanha, o marquês de Sentmenat publicou em 1750 um pequeno vocabulário do romani falado na Península Ibérica.

Um dos primeiros ou o primeiro documento em que se propõe identificar a língua romani como uma língua indiana é um trabalho de Szekely de Doba na Gazeta de Viena em 1763. Neste artigo, comentou que o predicador Vali, que na universidade de Leiden estudou o idioma de uns estudantes de Malabar do distrito de Zigânia, nome que lhe recordou o dos zíngaros e que posteriormente expôs o vocabulário a ciganos de Almasch (Komora, Eslováquia), comprovando que estes entendiam as palavras.

Em nível acadêmico, o descobrimento da origem indiana do romani corresponde ao alemão Johann Rüdiger, catedrático da Universidade de Halle-Wittenberg, que em 1782 publicou um artigo de investigação linguística, no que analisava a fala de uma mulher cigana, Barbara Makelin, e a comparava com a língua recolhida numa gramática alemã do hindustani (o nome pelo que se conhecia antigamente os atuais hindi e urdu). No seu artigo, Rüdiger reconhecia a influência nas suas investigações do dicionário de romani de Hartwig Bacmeister, de 1755, a quem já em 1777 comunicara as suas ideias, assim como a sua dívida com seu professor Christian Büttner, que anos antes aventurara a possibilidade duma origem indiana ou acaso afegã dos ciganos. Entretanto, foi Rüdiger que estabeleceu, mediante a sua comparação entre a descrição gramatical do hindustani e a fala de Barbara Makelin, que as similitudes entre ambas variedades linguísticas evidenciavam uma origem comum.


Estudos subsequentes da língua romani mostraram um estreito parentesco com o punjabi e o hindi ocidental, tanto no seu vocabulário fundamental como nas suas estruturas gramaticais e nas mudanças fonéticas. As investigações de Alexandre Paspati (Études sur les Tchinghianés, publicado em Constantinopla em 1870), de John Sampson (The dialect of the gypsies of Wales, 1926) e dos suecos Gjerdman e Ljungberg (A língua do cigano sueco trabalhador do cobre Dimitri Taikon, publicado em 1963) evidenciam que existe uma unidade dentro do romani que se estende por toda Europa. Os estudos citados recolhiam mostras do romani grego, galês e sueco, respectivamente. Fica demonstrado assim que o vocabulário básico coincide de modo relevante.
Não se transcreve a grafia original:
Português: grande. 
Sânscrito: vadra;
Hindi: bara;
 Greco-romani: bara;
 Romani galês: baro;
 Romani kalderash (sueco): baró.

Português: cabelo.
Sânscrito: vála;
 hindi: bal;
 greco-romani: bal;
 romani galés: bal;
 romani kalderash (sueco): bal.

Determinadas características gramaticais indianas mantém-se no romani contemporâneo (e algumas inclusive no caló espanhol atual):
O final em -e para o masculino e em -i para o feminino.
A formação de abstratos por junção de -ben ou -pen: taco (certo) converte-se em taciben (verdade).
Substituição do genitivo por um final adjetivado: dadésko gras (o cavalo do pai onde dad é pai e gras cavalo).

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/História_do_povo_cigano


Os estudos genéticos e linguísticos parecem confirmar que os roma são originários do subcontinente Indiano, possivelmente da região do Punjab. A causa da sua diáspora (deslocamento) continua sendo um mistério. Algumas teorias sugerem que foram originalmente indivíduos pertencentes a uma casta inferior recrutados e enviados a lutar ao oeste contra a invasão muçulmana. Ou talvez, os próprios muçulmanos conquistaram os roma, escravizando-os e trazendo-os para o oeste, onde formaram uma comunidade separada.

Esta última hipótese baseia-se no relato de Mahmud de Ghazni, que informa sobre 50 mil prisioneiros durante a invasão turco-persa do Sindh e do Punjab. Por que os roma escolheram viajar para o oeste em vez de regressar para a sua terra é outro mistério, se bem que a explicação pode ser o serviço militar sob o domínio muçulmano.

O que é aceito pela maioria dos investigadores é que os ciganos poderiam abandonar a Índia em torno do ano 1000, e atravessar o que agora é o AfeganistãoIrãArmênia e Turquia. Vários povos similares aos ciganos vivem hoje em dia na Índia, aparentemente originários do estado desértico de Rajastão, e à sua vez, povoações ciganas reconhecidas como tais pelos próprios roma vivem, todavia, no Irã, com o nome de lúrios.

Partiram em direção à Pérsia onde se dividiram em dois ramos: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando à SíriaEgito e Palestina.

No século XII, os ciganos enfrentaram o avanço dos muçulmanos, que tentaram impor sua religião na Índia[carece de fontes], e lutaram contra os Sarracenos por muitos séculos, inclusive durante a Idade Média.

Apesar de que as provas documentais começam a ser fiáveis só a partir do século XIV, alguns autores contemporâneos rebaixaram a data do ano 1000 e inclusive antes. Certas referências sugerem que as primeiras referências escritas da existência do povo rom são anteriores: um texto que relata como Santa Atanásia de Egina repartiu comida em Trácia a uns "estrangeiros chamados atsinagi" (dogrego Ατσίνγανος') durante a escassez do século IX, em plena época bizantina.
Inclusive antes, nos primórdios do mesmo século, no ano 803Teófanes o Confessor escreve que o imperador Nicéforo I usa mão de obra de certos atsigani, que com a sua magia, ajudariam-no a conter uma revolta popular.

"Atsinganoi" foi um termo usado também para referir-se a adivinhadores ambulantes e ventríloquos e feiticeiros que visitaram ao imperador Constantino em 1054. Um texto hagiográfico ("Vida de São Jorge anacoreta") refere como os "atsigani" foram chamados por Constantino para ajudá-lo a limpar as fragas de feras. Mais tarde, seriam descritos como feiticeiros e malfeitores e acusados de intentar envenenar o galgo favorito do imperador. A extensão desse termo geraria os modernos substantivos tzigane, Zigeuner, zingarie zíngaros.

Um relato histórico-lendário do século X titulado Crônica Persa, de Hazma de Ispaham, menciona a certos músicos solicitados ao rei da Índia, aos que chamou zott. O Livro dos Reis (ou Shahnameh, datado de 1010), do poeta Ferdusi conta uma história similar: vários milhares de Zott, Rom ou Dom ("homens") partiriam do atual Sindh (pode ser do rio Indo) com objetivo de entreter o rei da Pérsia com os seus espetáculos.

A partir daí, depois de uma longa estância nessa região, e já descritos como um povo que rejeitava viver da agricultura, espalhar-se-iam em dois grupos migratórios: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando à SíriaEgito e Palestina.







sexta-feira, 2 de agosto de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013


ORAÇÃO CIGANA

"Salve o Sol, a natureza, o Orvalho da Manhã !
Salve Deus todo Poderoso,
que me dá a felicidade de tomar a benção de toda a Natureza.
Salve o Vento, o Sol, a Chuva, as Nuvens, as Estrelas e a Lua !
Salve as forças das Águas, a Terra, a Areia e o Solo fértil !
Que belo seja seu remédio !
O Pão que parto à mesa, seja multiplicado !
O trigo que trago comigo, seja minha propriedade.
O Universo me abrace.
E que os quatro elementos: Terra, Água, Fogo e Ar,
me dêem as forças necessárias para todas as dificuldades de minha vida.
Meus caminhos sejam abertos, hoje e sempre,
com toda a pureza dos Elementais, dos Anjos Mensageiros de Deus.
Amém!


Optchá!!!"

Violino Cigano

Violino Cigano

Cigano Vladimir

Era moreno-claro, de olhos e cabelos pretos.

SUAS ROUPAS

Wladimir usava roupas diferentes, conforme a fase da lua.

O detalhe constante nessas roupas é que a calça era sempre da mesma cor do colete de veludo que ele vestia por cima da blusa.

Na Lua cheia ele usava blusão vermelho com colete e calça azul-turquesa; na Lua crescente, blusão branco, colete e calça brancos rebordados com fios de prata;

na Lua nova, blusão azul-turquesa, colete e calça vermelhos rebordados com pedras coloridas; e,

na Lua minguante, blusão branco de mangas compridas, colete e calça marrons e uma faixa branca na cintura.

Em todas as fases da Lua ele usava na cintura uma faixa branca, na qual trazia o seu punhal de prata.

SEUS ADEREÇOS
O lenço que Wladimir usava na cabeça era de cores diferentes, conforme a fase da Lua.
Era azul na Lua cheia, branco no quarto crescente e vermelho na Lua nova.

Na orelha esquerda ele trazia uma argola de ouro e, no pescoço, um cordão de ouro com um medalhão antigo de seu clã.

SUA MAGIA
O Cigano Wladimir aprendeu a tocar violino com seis anos de idade.

Hoje, quando chega à Terra como espírito,pede logo o seu violino e começa a tocar antigas músicas eslavas.

Um detalhe importante: quem tem esse Cigano na aura não precisa saber tocar violino, pois, ao chegar, ele traz a essência da música.

Esse é o mistério de Wladimir.

Retirado do livro “Ciganos do Passado, Espíritos do Presente – Ana da Cigana Natasha- PALLAS EDTORA

Querida Professora de Dança: Samra Sanches

Querida Professora de Dança: Samra Sanches